quinta-feira, 8 de setembro de 2011

ou nada...

Larissa,

você é uma sonhadora, lindo!

gosta de ser quem é,
ótimo.


Mas de vez em quando...
abra seus fuckings olhos!

Deixe de ser idiota!

Paixão existe e morre.
Amor não existe.

O que vc quer exatamente?
Está cansada?
Pois sinceramente, eu estou!

Foda-se este jeito apaixonado de ser e de uma hora pra outra mudar completamente.
Você não quer mais enviar mensagens pra ele.
Você não quer mais dar satisfação.
Você perdeu o encanto, cada vez isso acontece mais rápido. Convenhamos!

Primeira vez durou 4 anos, e vc nem conheceu a pessoa kkk
Depois 3
depois 2
Depois 1
depois 5 meses
Depois 2
Agora 1 mês

e ai????
chegou ao fundo do poço!
agora a próxima paixão tende a durar quanto tempo? duas semanas?
kkkkkkkkkkkkkkk
Esquece

Acabou.


C'est fini.

Você está pronta pra próxima já, próxima vida.
Já aprendeu o que podia
não há mais.

Não há motivos pra seguir, casamento, filhos? Pra que?
Esta realidade não é mais a sua.
E nunca será.


Cansa, mas é assim a vida, cansativa.
Sem emoções você não vive.
Não vive mais.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

definições


17 horas...

tento diminuir ao máximo minhas mensagens,
quero que ele venha atrás de mim.

- se você deu uma afastada e a pessoa não veio atrás, saiba que fez a coisa certa.

Incrível o que tenho com ele, é uma ligação muito forte, forte a ponto de vê-lo sempre que ele pensa em mim.
Eu sei quando ele lê minhas mensagens, quando ele responde, eu sinto ele a cada momento.

- Sentimentos são ilusões da mente para conforto da alma.

Hoje ele não pensou em mim, pelo menos não até agora.

- Já era hora de você cair fora.

Cair fora de novo? Mais uma vez? E até quando? Um passo falso, saio, saio... eu queria insistir com ele, ele é especial pra mim.

-Ele não é a pessoa ideal pra você.

Não existem ideais, existem feitos um para o outro.

-Ele não foi feito pra você.

Como pode saber disso? Se não por que eu saberia tanto sobre ele, pq sentiria ele tão fortemente em mim?

-pois você é sensitiva, está aumentando sua aura sensível, está se ligando a ele por seus defeitos e suas qualidade, você está gostando, mas pode escolher quem quer sentir e quem quer que te sinta. Você pode fazer isso, só não quer.

Não penso em outro, me esforço para pensar em outro e esquecer ele, são tantos contras e poucos prós.

-mas me diga apenas 1 pró.

...ele é lindo!

-vários homens lindos no mundo, mas ele faz seu estilo?

...não... então pois ele é inteligente!

-como sabe disso?

...não sei exatamente, não tive papos cults... pois ele é artístico!

- Descobriu seu ponto fraco... artistas... existem vários no mundo tb, e certamente algum te daria o devido valor.

ele é único!

-Assim como cada um de nós somos únicos!

aahhhhhhh... ele é romântico!

-Hahahahahahaahahahahahhahahaha
hahahahahahahahahah
hahaa
ha
parei... como sabe disso? Por causa do seu encontro?

hum... é.

-Eu acho que ele é gay!

... ... ... ... contra esta frase não se há argumentos... você pode achar o que quiser, ele ser ou não

-muda toda a questão.

não, ele viu em mim algo, se fosse gay e fosse na balada, não me adicionaria e não sairia comigo novamente.

-ele está ficando com outra.

Ou uma coisa ou outra

-ok, bi!

... ficando com outra?

- é por isso que não quer te ver, ele quer sentir e ficar com ela antes.

Por que?

- Pois ele gosta da luxúria, de se sentir desejado, por tudo e por todas, este é quem ele é.

Mas assim ele nunca terá um relacionamento.

-Relacionamento, ele está com muitas dúvidas se ele quer um relacionamento mesmo, ele sente que é o que você quer.

Pois é o que eu quero, ele sente o real.

-Mas você não deve se relacionar com ele. Muitos problemas virão com isso, os problemas dele são muito maiores do que você pode suportar. Você não pode ter um filho nestas condições, não pode casar com estas condições. sabe disso. Continue procurando!

Estou tão cansada de procurar, cansada! Ninguém dá certo, cada um tem um defeito maior, traição, família, problemas na cama, cansei, cansei!

-Então fique sozinha!

Estou cansada

Álvaro de Campos, 15-1-1928


    TABACARIA
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.

Álvaro de Campos, 15-1-1928

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

lembranças de Fevereiro

Este texto estava escrito desde fevereiro deste ano, decidi publicar aqui tb


game over

Game over....


Game over não muda só de fase, chega a um ponto que vc não quer mais nem insistir no jogo.

Um game over é o bastante para mudar toda a sua espectativa com relação ao jogo.

Muitos consideram o jogo mais dificil o melhor.

Mas eu não, depois deste game over mais do nada, eu decidi abandonar total o jogo.

Mas por alguns segundos eu lerdei, poderia ter dado um pause ou saido do jogo alguns segundos antes, mas nãoooooooo

quando o monstro apareceu mostrando os dentes eu sorri pra ele e deixei cair a espada... foi triste e bocó este final absurdo, me dá tanta vergonha dele que eu nem quero mais abrir aquela birosca daquele jogo aburdo, mais pela vergonha do game over do que por não ter curtido o jogo.


Ai o que eu faço?
Vou na loja mais próxima, on line mesmo
onde tem milhares de jogos para se escolher
e vou comprando vários sem prestar atenção nem ao menos na língua que ele vem...

chego em casa e vou analisando jogo por jogo,
abro um, leio, vejo as imagens, as cores, a jogabilidade e separo...

acabei começando a jogar varios ao mesmo tempo wowowwwwwwww...

e agora José?

Que fazer?

Tem aventura, RPG, terror, tiro, luta, corrida, instrumental, dança.... apareceu até jogo erótico...

e agora?
???

Pior que aquele jogo não sai da minha cabeça, as imagens dele continuam no meu celular, de vez em quando eu ligo a tela só pra ver se o jogo continua rodando, mas ele anda travando...

Não foi culpa minha, o jogo é foda, está além do meu nível de jogabilidade, eu não tenho alguns controles necessários para matar aquele chefão, então nem adianta jogar, nem mais uma vez.



E estes varios outros jogos que vc pegou? Ligo um aqui, jogo cinco minutos de outro alí... 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

ácido


 uma em uma multidão de rostos

Procurando fugir,
aprendendo a rir.

Não possuo o meu lugar,
sabendo que escondo muito bem onde quer que esteja.
Nunca poderei ser reconhecida e isso faço tão bem.
Passo desapercebida por onde vou, mas nunca esquecida por onde estive.

Foi quando lhe encontrei.


Você não existe...

nem aqui, nem em lugar algum.

É apenas fruto de minha imaginação fértil.

Ou não?


Já havia desistido, fui viver o resto de minha vida para não ter de acabar em espuma.
Quando, em meio aos devaneios, me segurou da queda.

Sorriu e me ajudou a ficar de pé.

Eu queria acabar e você me ajudou a andar.
Quando andei,
levou-me para a escuridão junto a aliados e desapareceu.

Sabia que estava segura, mesmo na escuridão, pois haviam amigos por perto.

Mas onde estava aquele quem me segurou?
Precisava andar e descobrir onde estava aquele quem me ajudava a andar.

Fui indo pra baixo, cada vez mais baixo.
Você estava lá, bem no fundo, acompanhado.

Saio, volto para as trevas,
saio para a luz da lua cheia.
Escuridão está em todos os lugares, mas a luz do luar me deixa calma.
Volto aos devaneios, desta vez não acreditando em mais nada.
Outro vem, me puxando para o além,
foi então que do nada apareceu:
"ela é minha".

...




...




...









Meus olhos brilharam mas de minhas bocas saíram apenas indagações.
Não pode sumir e proclamar propriedade...
é o que mais quero, portanto.

Um homem pra eu chamar de meu.
Eu ser a mulher de alguém.

mas você não existe não é?

Seria apenas
Fruto de minha imaginação?


sei que tem outra, outras tantas...
Eu sou quem em meio a isso?

Na verdade sou eu que não existo.



Não existo.

Não entendo mais nada.
Quem é você.

Quanto mais te conheço menos te entendo.
Quem é?





Esta vida me prega peças, acreditando acontecer o que nunca aconteceu nem ocorrerá.

Saudades, sinto pois não te vejo, não te ouço nem te sinto...
mas vejo, ouço e sinto sempre
Vejo sempre que fecho meus olhos,
ouço sempre que estou no silêncio.
Sinto toda vez que estou parada e sozinha.

Quem é você?
Quero tocar e sentir que existe.
Quero ser tocada para sentir que existo.

Possuir e ser possuída.
Sem medo, sem dó e sem pudor.


Tempo passa muito devagar
fazendo com que acredite que não passou.

Tempo tão relativo.

E sempre volta o ciclo

Volte ciclo.

Meu corpo desvanece com sua lembrança.

Queima com esta memória.

Arde como ácido

corroendo a minha alma.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

novidade



sim é pra mim novidade,

você é pra mim uma novidade em tudo,

no seu jeito, em suas brincadeiras, na sua forma de ver o mundo.

Não é contrario de mim, não é tão louco como achava e mais estranho que imaginava.

Sinto por você algo especial. Um carinho louco.
Eu queria te devorar, vc todo romântico, todo carinhoso, um lord.

Não fazer isso por conta dos outros,
ouvia quando eu dizia não...
era incrivel.
eu segurava e ele parava,
que lindo.

como era carinhoso, perdido.

Todo doce, todo lindo.


Seu beijo tão doce, tão gentil.

Ok, senti que era o homem da relação por um lado, mas foi um sentimento muito bom.
Um sentimento de respeito, de doçura.

falei: imagino vc num barco
e vc; "pq eu faria isso?"
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ok meu bem... vai chegar a hora que não sei se vai dar certo.
Por enquanto quero você quero seus beijos, quero seu desejo.

Quero você todo pra mim.

Mas como uma sereia no mar,
sei que irá se afogar, seu lugar, meu príncipe, meu elfo...
seu lugar não é comigo.

Seu lugar é com a donzela, eu saí deste caminho faz tempo
Nasci pra ser uma lady, mas me tiraram minha pureza,

Eu sou uma sereia.

Como posso ter conhecido um príncipe em uma taberna?
O que fazia lá príncipe dos elfos?

Aquele não é o seu lugar, não vê?
nem o meu, mas foda-se.

Conheci o homem dos sonhos de qualquer adolescente que teve a minha adolescência
Apaixonei-me

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

ultima chance



Eu sempre dou uma ultima chance de gostar de alguém,
uma última,

quando eu vejo que esta ultima chance não é bem aproveitada,
aí já era de verdade.

E sempre dou esta ultima chance quando sinto que começo a sentir algo por outro
algo que tende a crescer de verdade.

Ele é o meu sonho de criança, o meu verdadeiro sonho de criança...
Tem tudo o que eu mais prezo em características de beleza física em um homem.

Ele é legal
curte música boa
é diferente
é divertido...

E é carinhoso...

Tremi quando recebi sua mensagem me chamando de sua querida, que lindo.

Estou morrendo de vontades de vê-lo, pela segunda vez e sentir o gosto de seu beijo pela primeira...
que medo de tudo o que possa acontecer, pelo menos já nos conhecemos e já nos gostamos.

Medo do que eu tenho agora? De gostar? De me apaixonar novamente e sofrer novamente, a verdade é, cada vez que isso acontece eu fico mais calejada, é que nem levar um murro, vc apanha da primeira vez e parece o cúmulo, mas conforme vc fica apanhando vc para de sentir a dor. Mas continua se metendo em confusão, cada vez pior.

É eu e o amor, quando eu acho que não posso me apaixonar, me apaixono e desisto assim, fácil fácil.

Acho que posso me apaixonar por ele, realmente, mais do que outros que eu me enganei dizendo que me apaixonaria, por ele eu sei que posso.